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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Notícias sobre o meu mini apê


Oi gente, tudo bem?


Hoje vim aqui falar um pouco do meu mini apê pra vocês.


Compramos nosso mini apê no bairro de Tejipió, aqui em Recife. É um bairro de subúrbio que está crescendo bastante em número de condomínios habitacionais, por ser ainda uma área com boa arborização, terrenos amplos e com várias entradas e saídas de acesso (BR 101, BR 232, Av. Recife e pelo bairro de Jardim São Paulo).


Decidimos compra-lo em razão do preço atrativo e facilidades de pagamento que um apartamento na planta traz. Além disso, gostamos muito da localização e do projeto. Na nossa rua passam 2 linhas de ônibus e 1 de metrô, o que vai facilitar bastante (deixamos pra comprar um carro depois que o apê ficar pronto).


O projeto de nosso condomínio é bem interessante. São 5 prédios de 8 andares cada, com amplo espaço externo que acomodará: salão de festas, pista de caminhada, academia ao ar livre, pracinhas e parquinhos infantis (não teremos piscina). Ah, o condomínio vai preservar 60% das árvores do terreno, com a promessa de um ambiente mais arejado.


Seguem as perspectivas do nosso condomínio:

Fachada:


 Planta:





 Área de lazer externa:







 Com relação ao apartamento em si, essas são as perspectivas (o nosso é de terminação 02):






Bom, no dia que compramos, ficamos abismados, pois todos os apartamentos foram vendidos no mesmo dia, ou seja, cerca de 300 apês em um só dia!!! Segundo nossa amiga corretora, isso é fruto do déficit habitacional recifense (muita gente morando de aluguel), aumento das facilidades de financiamento de imóveis e fortes investimentos das construtoras em apartamentos para a classe média.


Meu marido e eu ficamos muito felizes com o nosso mini apê. Ele é pequeno, mas atualmente é raríssimo encontrar apartamentos maiores com bons preços, pra não dizer impossível... heheheh... O importante é que se trata de algo que ficou ao nosso alcance financeiro e que atende às nossas necessidades.


Espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho mais do nosso mini apê :) Ao que tudo indica, no final de fevereiro desse ano a obra terá início.


Ao passo que a obra for evoluindo, vou falando mais aqui dos estágios das obras e da ‘corrida’ pelo financiamento e pela mobília/decoração do nosso mini apê.


Abraço.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

E o INCC?



Bom, como falei no primeiro post do blog, fazem exatos 2 meses que meu marido e eu compramos nosso primeiro imóvel, um mini apartamento de 45 m², na planta, com previsão de entrega para fevereiro de 2016, aqui em Recife.

Como somos marinheiros de primeira viagem, no momento da compra não tínhamos noção sobre o que era e como funcionava a questão do INCC. Após conversas com nossa amiga corretora e pesquisas na internet, descobri algumas coisas importantes sobre o assunto. Decidi compartilhar com vocês, espero que possa ser útil!

O INCC é o Índice Nacional da Construção Civil. Esse índice é atualizado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas e tem o objetivo de verificar a evolução dos custos das construções habitacionais. Toda essa apuração irá levar em conta os preços dos materiais, equipamentos, mão-de-obra e serviços, todos relativos à construção habitacional.

Na prática, funciona da seguinte maneira: suponhamos que um imóvel seja adquirido em Dezembro por R$ 100.000,00 (cem mil reais). Daí, em Janeiro o índice é firmado em 1%. Então, em Janeiro o seu imóvel estará valendo R$ 101.000,00 (cem mil e um reais). Se em fevereiro o índice é fixado em 0,8%, essa atualização irá recair em cima do valor já atualizado em janeiro. Ou seja, em fevereiro o valor do imóvel será de R$ 101.808,00 (cento e um mil, oitocentos e oito reais).

Para terem uma ideia, na planilha abaixo observamos a evolução do INCC do ano de 2013 (até Outubro):


(Fonte: aqui)

OBS: As atualizações do INCC incidem até o habite-se. Quando o prédio recebe o habite-se, este é o momento em que o comprador deve quitar as parcelas da entrada com a construtora e iniciar o financiamento do saldo restante com o banco.

E o problema reside justamente nesse “juros sobre juros” para quem compra o apartamento financiado. Geralmente, 20% do valor do imóvel é pago no período da construção do imóvel, de forma parcelada. No meu caso, em 2 anos e 4 meses. Isso significa que eu vou pagar um valor maior do que o contratado! Nas minhas parcelas mensais pagas à construtora tenho que pagar o valor contratual mais a correção do INCC. O saldo restante que será financiado pelo banco (provavelmente a Caixa) também trará essa repercussão do INCC.

Enfim, para quem não pode comprar um imóvel à vista (infinitamente mais vantajoso) infelizmente terá que se submeter às correções do INCC. De toda forma, na minha opinião, ainda é mais vantajoso pagar algo caro, mas que é todo seu, do que pagar aluguel.

Espero ter ajudado com o esclarecimento dessa questão. Aos que ainda irão comprar um imóvel na modalidade financiado, fiquem atentos às disposições contratuais e tenham em mente que as parcelas pagas à construtora e valor final para financiamento não serão os mesmos do contrato, mas sim o montante corrigido pelo INCC.

Se tiverem alguma dúvida, é só postar nos comentários que eu tentarei esclarecer.


Abraço!